Carla abriu uma pequena loja de consertos de roupas em seu bairro, uma estrutura simples, porém funcional, que lhe permitiu atender à demanda da vizinhança. Nos dois primeiros meses, o movimento foi intenso. Vários consertos permitiram a ela receber um bom dinheiro, reinvestido no negócio, além de economizar uma parte para manter os custos fixos da empresa nos meses seguintes.

Passado dois meses de atividades, a empreendedora percebeu que o movimento da empresa começou a cair. O número de clientes já não era o mesmo e os consertos demandados pelos vizinhos não eram tão complexos e sim reparos simples, que geravam baixa margem de lucro. Diante dessa situação, ela percebeu que era hora de tomar alguma atitude.

Carla resolveu conversar com uma amiga, que possuía uma loja semelhante à sua no centro da cidade. Ângela relatou que, nos momentos de “queda” do número de cliente, ela usava estratégias de divulgação e fazia alguma forma de propaganda do negócio. Carla saiu muito entusiasmada da conversa e ficou imaginando a propaganda que faria de sua loja. No entanto, não tinha ideia de como começar nem tão pouco de qual meio de comunicação iria usar para divulgar a empresa.

Imediatamente, lembrou-se de um amigo que trabalhava numa rádio de grande audiência na cidade. Ligou par ele, que prontamente explicou como produzir um comercial de rádio. Ela ficou entusiasmada e, na semana seguinte, já tinha contratado uma empresa para produzir o comercial que, logo em seguida, foi veiculado na emissora. Apesar do custo muito elevado de produção e veiculação do comercial, ela acreditava que esse seria o melhor meio para atrair novos clientes.

Depois de um mês de veiculação do comercial, Carla começou a ficar preocupada, pois o número de clientes não aumentava e aqueles que procurava seus serviços relatavam que nem tinham escutado o comercial na rádio. Ela não conseguia entender onde havia errado. A rádio tinha grande audiência e ela não tinha medido esforços financeiros para realizar o melhor comercial. Depois de muito pensar, buscou apoio de um consultor na área de marketing, que analisou o caso e a orientou como devia proceder.

Carla aprendeu que cada tipo de empresa requer uma estratégia de divulgação própria e que a rádio, mesmo tendo grande audiência, não era o veículo adequado para a divulgação de seu trabalho, pois seu público-alvo era constituído de moradores do bairro e dificilmente os consumidores iriam se deslocar de outros bairros à procura de seus serviços.

Ela, então, produziu panfletos de custo bem baixo e os distribuiu nas casas do bairro e nos sinais de trânsito. O resultado pôde ser percebido na primeira semana após o início da nova divulgação. Novos clientes que moravam em locais mais afastados do bairro começaram a procurar a loja. A lição é que todo empreendedor deve entender e procurar a melhor forma de divulgação do seu negócio.

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